A ASTROLOGIA E OS RELACIONAMENTOS

É possível identificar características que nos atraem em nossas parcerias pelo Ascendente (asc). Isso porque a Casa dos Relacionamentos (ou Descendente), na Astrologia, é oposta ao asc. Então, se você tem o ascendente em Áries, seu descendente é Libra e por aí vai. Ah! Mas isso é apenas um aspecto do denso universo dos relacionamentos, ok?! Como que isso funciona? Vamos começar pelo Ascendente, que inicia a Primeira Casa do Mapa Natal, e mostra o domínio de tudo que nós somos e nos vemos como. Essas são as qualidades que identificamos e aceitamos em nós mesmos, que vestimos com orgulho para todo o mundo ver. O asc mostra as peculiaridades da personalidade que mostramos aos outros, e isso tem inclusive relação com estilo e o corpo. Já o Descendente, por outro lado, inicia a sétima Casa de Relacionamentos. Como oposto ao Ascendente, ele é tudo o que não somos – ou não queremos nos mostrar ser. Essas são as qualidades das quais nós negamos, reprimimos ou recusamos a reconhecer que existe dentro de nossa personalidade. No entanto – curiosamente – somos atraído pelas qualidades deste signo repetidas vezes nas pessoas com quem conhecemos e com quem nos relacionamos. Por quê? É um tipo de magnetismo de “opostos se atraem”.

O primeiro ponto é: nosso Descendente faz parte de quem somos. Podemos não vê-lo, mas ele está lá. E o segundo ponto: nos completamos com o diferente. E os signos opostos de ascendente-descendente fortalecem as parcerias e os relacionamentos. Se Câncer é muito emotivo, precisa de Capricórnio (seu oposto) para lhe mostrar a realidade… E vice-versa.

Esse é apenas um exemplo que pode nos ajudar a enxergar que devemos sair de um universo individual para “experienciarmos” a vida de uma maneira mais plena. Com isso tudo, a tarefa de autoconhecimento é reunir nossas duas metades, incorporando ao nosso Descendente à nossa identidade (asc) e amando e aceitando as partes que não desejamos possuir. E fazemos isso atraindo pessoas que incorporam essas qualidades em nossa vida. Ao resolver problemas com elas, aproximamos essas duas extremidades do nosso mapa astral e passamos a nos autoconhecer e respeitar nossa essência.

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