VIVER BEM

Imagino que você, leitor, já esteja ciente que vivemos há tempos uma crise econômica. Há inflação, baixos salários e endividamentos. Nesse cenário, fomos ensinados a trabalhar cada vez mais para garantir o sustento da família. Por mais nobre que seja a atitude, há um outro lado a ser levado em conta. A Organização Mundial de Saúde incluiu este ano a Síndrome de Burnout na lista de doenças reconhecidas pela medicina. O problema é típico de pessoas que, por trabalharem em excesso, sofrem de dores físicas, exaustão excessiva, desatenção com coisas cotidianas e incapacidade de raciocinar.

Tais sintomas, se persistirem, podem levar à problemas graves de saúde, obrigando os pacientes a terem de se afastar do trabalho. Em outras palavras, é preciso se atentar aos seus próprios limites já que excedê-los pode gerar problemas ainda maiores para você e para sua empresa. Fora que o tiro pode sair pela culatra, já que um trabalhador com alto nível de estresse comprovadamente produz menos que alguém que respeita os próprios limites. Trabalhar é preciso, passar nervoso é inevitável, mas ignorar sua saúde pode ser perigoso, já que o corpo sempre arruma uma maneira de mostrar que “não dá mais”.

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