Edição 585 de 24/11/2017

Vacinação é primordial em todas as idades

Temos acompanhado o chamamento da Secretaria Estadual de Saúde para que diversas faixas etárias realizem vacinações. Recentemente, em São Paulo, capital, um macaco morreu vítima de febre amarela. Todos os moradores da Zona Norte foram convocados a se vacinar. Casos de hepatite A também aumentaram e os responsáveis estão convocando as crianças que ainda não tomaram essa vacina para que atualizem as cadernetas. Isso sem contar os casos de catapora e caxumba, doenças praticamente extintas, mas que vira e mexe voltam quase que em epidemias.

No site da Pfizer, temos vários esclarecimentos importantes sobre vacinação. Acompanhe alguns:

“Quem não se vacina não coloca apenas a própria saúde em risco, mas também a de seus familiares e outras pessoas com quem tem contato, além de contribuir para aumentar a circulação de doenças. Tomar vacinas é a melhor maneira de se proteger de uma variedade de doenças graves e de suas complicações, que podem até levar à morte.

A maioria das doenças que pode ser prevenida por vacina é transmitida pelo contato com objetos contaminados ou quando o doente espirra, tosse ou fala, pois ele expele pequenas gotículas que contém os agentes infecciosos. Assim, se um indivíduo é infectado, pode transmitir a doença para outros que também não foram imunizados.

Graças à vacinação, houve uma queda drástica na incidência de doenças que costumavam matar milhares de pessoas todos os anos até a metade do século passado – como coqueluche, sarampo, poliomielite e rubéola. Mas, mesmo estando sob controle hoje em dia, elas podem rapidamente voltar a se tornar uma epidemia caso as pessoas parem de se vacinar.

As vacinas são feitas com microrganismos da própria doença que previne. Por exemplo: a vacina contra o sarampo contém o vírus do sarampo. No entanto, estes microrganismos estão enfraquecidos ou mortos, fazendo com que o corpo não desenvolva a doença, mas se torne preparado para combatê-la se for necessário.

Toda vacina licenciada para uso passou antes por diversas fases de avaliação, garantindo sua segurança. Elas também passam pela avaliação de institutos reguladores rígidos. No Brasil, essa função cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Algumas pessoas podem ter efeitos colaterais leves depois de tomarem uma vacina, como dor no local da injeção e febre baixa.

Além de levar os filhos para serem vacinados, é fundamental ficar atento para quais você deve tomar. O Ministério da Saúde tem um calendário de vacinação específico para recém-nascidos e crianças, bem como para pré-adolescentes e adolescentes, adultos, idosos; e ainda para gestantes. 

Mesmo quem não está nos grupos de risco deve se proteger. Vacinadas, as pessoas ficam menos vulneráveis ao contágio de várias doenças. E vacinação significa proteção individual, mas também coletiva, pois quanto menos pessoas adoecem, menor é a possibilidade de transmissão e mais saudável ficará a comunidade”. 

Para adultos, normalmente as vacinas necessárias são: Hepatite B: ministrada em três doses, para quem não tomou na infância ou nunca teve a doença; Tríplice viral (SRC): protege contra sarampo, caxumba e rubéola e é ministrada uma dose única; Dupla adulto (dt): previne de difteria e tétano e deve ser tomada a cada dez anos por toda vida, caso você tenha o esquema de vacinação completo, ou três doses (0, 30 e 180 dias) a qualquer momento, e depois uma nova dose a cada dez anos; Febre amarela: você também deve tomar uma única dose.

Cada um fazendo sua parte, as doenças ficam bem longe de todos.

Com informações: http://www.pfizer.com.br/noticias/importancia-da-vacinacao

 

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